É possível ter mobilidade sem risco de vazamento de dados?

O uso de dispositivos móveis e o advento da nuvem exigem novas formas das empresas pensarem a segurança da informação; tecnologia inovadora pode ser grande aliada

A ampla disponibilidade de acesso a redes de conexão e a dispositivos móveis gera em toda a sociedade a expectativa de ter sempre contatos e respostas ao alcance em curto espaço de tempo. No mundo do trabalho não seria diferente. As pessoas querem falar com seus colaboradores, parceiros ou clientes sempre que demandam e de maneira rápida. Isso porque a mobilidade já está completamente inserida na dinâmica dos negócios por meio de ferramentas que permitem trabalhar quando e de onde precisar.

Para se ter uma ideia, o percentual de colaboradores que utilizavam os celulares para o envio de emails corporativos passou de 25% em 2009 para 63% em 2014, segundo levantamento da Teleco, uma tendência de crescimento que se mantém até hoje.

É cada vez mais rara a figura do funcionário fixo em um escritório. As pessoas podem trabalhar de casa, ou estar em visita a clientes, em viagens etc. A virtualização dos sistemas e processos, combinada com o uso de smartphones, tablets e notebooks, é o que permite a mobilidade, levando as informações da empresa para onde o usuário estiver. Se o colaborador está em casa, ele pode usar um aplicativo, por exemplo, e ter acesso remotamente ao centro de dados de sua companhia. Portanto, a mobilidade é uma grande aliada do mundo dos negócios ao possibilitar a adoção de modelos mais flexíveis de trabalho, melhorar a comunicação e dar mais rapidez às tomadas de decisões.

Novas formas de pensar a segurança

Toda essa transformação tecnológica e cultural exigiu também uma mudança na forma com que as empresas veem a segurança de suas informações. Se antes era suficiente haver um firewall, aplicativo de barreira de proteção para o computador, ou um sistema contra perda de dados com bloqueio de acesso, a realidade atual trouxe novos desafios. A mobilidade explodiu o perímetro de controle que existia.

A tendência ao uso de nuvem de armazenamento e compartilhamento de dados, de aplicações empresariais e emails reduziu os custos com infraestrutura e aumentou a produtividade dos colaboradores, entretanto criou-se uma massa de dados espalhados pelas redes de difícil recuperação, acesso e controle gerencial, que é o que chamamos de dados não-estruturados.

Fora os riscos de roubo de dados, os próprios funcionário podem colocar informações da companhia em risco ao encaminhar acidentalmente documentos sem criptografia a pessoas não autorizadas, usar aplicativos pessoais de compartilhamento no ambiente de trabalho, não apagar documentos ou arquivos confidenciais de forma adequada, entre outras situações. As empresas passam a ter que proteger seus dados para além de seus ambientes de controle, e sem ir contra a tendência da mobilidade, nem limitar o uso de dispositivos. Mas como fazer isso?

Alguns setores como o financeiro e o farmacêutico, além de empresas de capital aberto, estão mais maduros em relação à cultura de gestão e segurança dos dados. Apesar de ser um risco conhecido por todas as companhias, menos de 30% investem hoje em proteção eficiente de dados no Brasil.

As soluções disponíveis

A verdade é que não existe ambiente sem riscos, mas é possível minimizá-los de forma eficiente. Para isso, é preciso trabalhar sobre três pilares: pessoas (treinamento dos funcionários), processo (sistema de gestão dos dados) e tecnologia (softwares de segurança). Isso significa a empresa classificar seus documentos de acordo com o grau de confidencialidade e orientar seus colaboradores sobre as regras de conduta para cada tipo de material e sobre os riscos envolvidos. A companhia também precisa fornecer aos seus funcionários um sistema que os permita trabalhar as informações de forma adequada. E por fim, é essencial utilizar soluções tecnológicas de proteção.

Umas das tecnologias mais completas no mercado hoje para segurança contra vazamentos é a SecureCircle, que protege os dados fora do perímetro de controle da empresa. Isso é possível porque toda informação ou documento gerado a partir de um sistema sob o cuidado da SecureCircle é criptografado desde a sua origem e tem acesso permitido apenas a usuários e dispositivos autorizados.

Por exemplo, se o sistema financeiro é automatizado e gera relatórios para envio direto aos e-mails internos, apenas o funcionário conseguirá acessar o documento. Se um colaborar enviar acidentalmente um e-mail com o arquivo que conta com a proteção SecureCircle, quem o recebe poderá baixá-lo e até mesmo reenviá-lo, mas não conseguirá abri-lo, pois a SecureCircle provê criptografia em qualquer estágio (em descanso, em trânsito e em uso), e gerencia quem tem autorização de acesso.

A tecnologia traz novos desafios para a segurança, mas também novas soluções. O importante para as empresas é conseguirem minimizar os riscos de vazamento trazidos pela mobilidade e assim aproveitar os benefícios que essa nova configuração de mundo oferece, ou seja, melhor comunicação, eficiência e produtividade.

Para saber mais sobre a SecureCircle, assista ao Webinar gratuito “Proteção de Dados Não Estruturados – DLP Virtual”. A Fiandeira Tecnologia fará uma demonstração passo a passo sobre como a SecureCircle funciona e de que forma ela pode ajudar a sua empresa a ser mais segura.

O webinar será no dia 19 de Abril de 2018 às 14h.

Webinar “Proteção de Dados Não Estruturados – DLP virtual”

Quando: 19 de Abril 2018

Horário: 14h

Inscrição gratuita: https://goo.gl/FR1Qfv